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outubro 10, 2003

Encontros CdT no Agito: o balanço

Foi a primeira vez que realizei um encontro desta natureza: convidar algumas pessoas para uma “degustação” de discos do mundo. Tanto a rádio, como o passagem de discos em bares (não sou DJ e recuso-me a sê-lo) não são novidade nenhuma para mim. Nem a faceta de proporcionar um atendimento especializado, atrás de um balcão numa loja de discos. Este encontro no Agito teve tudo isso. Se um radialista leva já um alinhamento pré-definido de casa (ou tem-no por imposição da playlist) e se um DJ está sempre exposto a ser assediado pelo público a alterar o seu “set”, neste encontro não houve a mínima metodologia possível. Os discos iam-se ouvindo. Passava-se à frente, voltava-se atrás (a certos discos que tinham ficado no goto de alguns). Foi um encontro totalmente interactivo onde se pôde sentir a (quase) inexistência de canais que possam informar e divulgar estas músicas. Foi engraçado de ver alguns dos participantes a tirar apontamentos afincadamente, como se estivessem a reunir matéria para um exame. A sessão estava programada para duas horas. Acabou por durar mais meia-hora, sem que tivesse passado por todos os discos que levava na mala.
No início era esta a lista de audições:

Skatalites (Jamaica) – From Paris With Love
Vários – Electric Gypsyland (temas de Taraf de Haidouks e Kocani
Orkestar remisturados por Señor Coconut, DJ Dolores, Juryman, Arto
Lindsay, Shantel, entre outros)
Cordel do Fogo Encantado (Brasil) – O Palhaço do Circo sem Futuro
Voz de Cabo Verde (CV)– Ao Vivo
Sainkho (Tuva) – Who Stole the Sky?
Klezmatics – Rise Up!
Debabish Bhattacharya & Bob Brozman (Índia / Hawaii)– Mahima
Joyce & Banda Maluca (Brasil / Noruega) – Just a Little Bit Crazy
Bau (Cabo Verde) – Silêncio
Cesária Évora (Cabo Verde) – Voz D'amor
Pedro Caldeira Cabral (PT) – Memórias da Guitarra Portuguesa
Faltriqueira (Galiza) - Faltriqueira
Sam Mangwana (Congo) – Cantos de Esperança
Africando (Senegal) - Martina
Parissa & Ensemble Dastan (Irão) – Shoorideh
Ipanemas (Brasil) – Afro Bossa
Anders Norudde (Suécia) - Med Hull Och Har
The Poozies (UK) – Changed Days, Same Roots
L'Ham de Foc (Catalunha) – Canço de Dona I Home
Batata Y Su Rumba Palenquera (Colombia) – Radio Bakongo

À última da hora, acabei por levar mais alguns reforços:
Vários – Crammed Global Soundclash 1980-89
Earth Wheel Sky Band (Sérvia) – Waltz Romano
Boban Markovic Orkestar (Ciganos Sérvios) – Boban I Marko
Lunasa (Irlanda) - Redwood
Kristi Stassinopolou (Grécia) - Secrets of the rocks
Tejedor (Astúrias) - Lunaticos
Bidaia (País Basco) – Oihan
Ville Kangas (Finlândia) – Suuri Eredys

No final, foram os seguintes discos que ficaram por escutar:

Vários – Crammed Global Soundclash 1980-89
Lunasa – Redwood
Tejedor - Lunaticos
Bidaia – Oihan
Batata Y Su Rumba Palenquera – Radio Bakongo
Sam Mangwana – Cantos de Esperança

Em resumo, os discos de maior interesse por parte da maioria, foram:

Parissa & Ensemble Dastan – Shoorideh
Cordel do Fogo Encantado – O Palhaço do Circo Sem Futuro
Earth Wheel Sky Band – Waltz Romano
Boban Markovic Orkestar – Boban I Marko
The Poozies – Changed Days, Same Roots
Faltriqueira – Faltriqueira
Pedro Caldeira Cabral – A Guitarra do Século XVIII
Debabish Bhattacharya & Bob Brozman – Mahima
Bau – Silêncio

Leia também os comentários de quem participou na sessão:

Fica uma lista das bandas/artistas contempladas no set pelo DJ Luis "Yggdrasil" Rei. Com (*) estão assinaladas as que melhor impressão causaram no Juri Beep Beep.

. L'HAM DE FOC
. FALTRIQUEIRA
. THE POOZIES (*)
. ANDERS NORUDDE
. CORDEL DO FOGO ENCANTADO (*)
. THE SKATALITES (*)
. BOBAN MARKOVIC ORKESTAR
. THE KLEZMATICS (*)
. EARTH-WHEEL-SKY BAND (*)
. TARAF DE HAIDOUKS (Remixes)
. DEBASHISH BHATTCHARYA & BOB BROZMAN
. BAU (*)
. VOZ DE CABO VERDE
. SAINKO NAMTCHYLAK
. PARISSA && ENSEMBLE DASTAN (*)
. PEDRO CALDEIRA CABRAL
. JOYCE & BANDA MALUCA FEAT. BUGGE WESSELTOFT (*)
. THE IPANEMAS
. CESÁRIA ÉVORA
. KRISTI STASSINOPOLOU
. VILLE KANGAS

E os 2-3 que tocaram quando, juntamente com alguns foruenses, me instalei para jantar

Enfim, espero, durante o dia, ter tempo para desenvolver pensamentos sobre algumas das bandas apresentadas. Coisa que, com o relógio a pressionar, não será possível fazer agora

Resta dar os parabéns ao Luís pela sessão, pelo ambiente de programa de autor ao vivo conseguido, pelas explicações e esclarecimentos sempre disponíveis. E mandar um abraço a todos os presentes na sessão.

E elogiar, naturalmente, a comida no Agito.


L'HAM DE FOC

- Curiosa implantação de influências desde norte de África, até Balcãs e músicas tradicionais de Portugal por um grupo catalão. As vozes afundadas no som ajudam à criação de um som com ares de mântrico

. FALTRIQUEIRA

- Outro conjunto vizinho, desta vez da Galiza, que usa igualmente influências das proximidades geográficas. Bonita a versão de "As Sete Mulheres Do Minho"

. THE POOZIES (*)

- A contracapa poderia ser uma versão menos asséptica dos Corrs. A música, curiosamente desprovida de percussões, é uma intersecção refrescante de vozes em gaélico, cordas e dedilhados, que obriga a inspeccionar atentamente os seus recantos.

. ANDERS NORUDDE

- Fogo nórdico que se avista das pontas mais remotas da costa Irlandesa. Obriga também ao mergulho, embora, talvez, menos profundo.

. CORDEL DO FOGO ENCANTADO (*)

- Um terramoto a ribombar debaixo dos nossos pés e à nossa volta, misturado com vozes que parecem clamar pelo aumento da sua intensidade. Não se admirem se virem caras de seres mitológicos a sorrirem no meio da bruma.

. THE SKATALITES (*)

- Trombones legislam! O nome diz tudo!

. BOBAN MARKOVIC ORKESTAR

- Como gostam estes sérvios de agradar... sabemos o que esperar. Apenas faltou uma faiscazita.

. THE KLEZMATICS (*)

- Passagem por uma faixa mais pop, dedicada a pensamentos pós-11/9. A força multiplicada pela contenção, e muito ar para saír dos pulmões no final.

. EARTH-WHEEL-SKY BAND (*)

- Adição de argila, mármore, granito e árvores mediterrânicas à Orkestar acima. Excelente.

. TARAF DE HAIDOUKS (Remixes)

- Bom, os nomes não prometiam. E a não promessa foi cumprida.

. DEBASHISH BHATTCHARYA & BOB BROZMAN

- Hawai e India ao desafio. Proibido tomar partido.

. BAU (*)

- Uma forma, menos Duran Duran e mais africana, de afastar as tristezas. Menos pensamentos melancólicos, e mais voltas no carrocel, é a ordem.

. VOZ DE CABO VERDE

- "Programa do Júlio Isidro"! LOOOOOL!!!

. SAINKO NAMTCHYLAK

- MENOS máquinas!!!!

. PARISSA & ENSEMBLE DASTAN (*)

- Também em destaque por aqui. Um exemplo de como pode ser luminosa a música das paragens médio-orientais, neste caso, do Irão.

. PEDRO CALDEIRA CABRAL

- Guitarra portuguesa. Pouco a dizer. Não notei muito.

. JOYCE & BANDA MALUCA FEAT. BUGGE WESSELTOFT (*)

- Veludo vocal brasileiro com asperezas nos sítios certos + jazz a caminhar sobre a ponte do easy-listening sem cair. Para ouvir à luz de um candeeiro amigo.

. THE IPANEMAS

- Nada a ver com os The Datsuns. Passou sem grande alarido.

. CESÁRIA ÉVORA

- Pouco à vontade para comentar. Ao menos fiquei a saber o que é uma coladera.

. KRISTI STASSINOPOLOU

- Princípio parecido com o da Saimko. Aqui a voz funciona melhor e as máquinas são menos intrusivas. Talvez seja preciso forçar o esquema um bocadinho mais.

. VILLE KANGAS

- Já estava mais virado para o jantar aqui. Pareceu-me bom.

Obviamente, isto são opiniões de alguém que não tem conhecimentos para enquadrar o que ouviu no contexto musical adequado. Espero que sirvam para a recolha do promotor e impulsionador destes encontros, cuja repetição é obrigatória

Beep Beep Around-The-World,
Nuno

PS : O "Latin Jazz" tb está muito bom

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Diz-se que a quantidade não é qualidade. E, realmente, foram poucos mas bons os espectadores dos primeiros Encontros Crónicas da Terra, realizados no Bar Agito, ao Bairro Alto, no passado Sábado, dia 4 de Outubro.
No comando das operações, ou ao leme do barco, esteve Luís Rei, o mentor do blog no qual brotam, semanalmente, os nomes mais fervilhantes da cena da world music – cena que, conforme o nome ameaça, não tem fronteiras, nem cor definida. No pequeno mas mui hospitaleiro espaço lisboeta, os convivas foram transportados, sem enjoos nem enganos no caminho, por uma impressionante variedade de pontos geográficos. A Espanha, ou as Espanhas, foram o ponto de partida, com grupos de ascendência catalã e galega a mostrar as garras da sua terra, e mesmo da nossa (ficou no ouvido a versão dos Faltriqueira para a verdejante “Sete Mulheres do Minho”).
Seguiram-se as paragens irlandesas, pela mão e voz das aplaudidas The Poozies, os ecos da Escandinávia e os promissores Cordel do Fogo Encantado, vindos de terras de Vera Cruz para deleite auditivo de quem há muito ansiava ouvir o que há por detrás de um nome bonito.
Sérvia, África e Índia ajudaram a animar o tépido final de tarde, com o incansável Luís Rei a fazer jus ao apelido. Não só a escolha da playlist foi perfeitamente adequada aos objectivos que se adivinham à iniciativa – abrir o apetite dos presentes para um tipo de música cuja divulgação rareia – como a sua disponibilidade para esclarecer os mais curiosos não tem limites, nem falta de paciência.
Partilha. Prazer. Mostrar aquilo de que se gosta. Mesmo que quem esteja a ouvir vá, ao mesmo tempo, comendo uns salgadinhos e bebendo as palavras dos amigos que sempre se encontram, nestas ocasiões. Não se ouviu aquela parte de que o DJ tanto gosta, e que queria que todos ouvissem? Não faz mal – fica para a próxima vez, aquela tarde em que o Agito, cujas especialidades gastronómicas também se recomendam, for pequeno para acolher tantos curiosos e entusiastas.

Outsie

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Eu bem quero ter tempo para fazer o relatório, eheheh

Foi um belo encontro. Musicalmente gostei imenso de Parissa & Ensemble Dastan, a voz da iraniana Parissa consegue "transportar-me para o outro lado". Os sérvios Boban Markovic e Earth Wheel Sky Band também proporcionaram excelentes momentos. Na realidade quase tudo o que ouvi me agradou, e só apetece dizer... venham mais!

Gostei muito de conhecer as pessoas desta mailing list, mas confesso que não consegui fixar os nomes... mas agora sem quem vocês são. Eu sou fácil, fui o que cheguei mais atrasado! :-)

Abraços

César (aka Kaiser!)

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N tenho tempo para comentários mais detalhados, por isso deixo apenas a
lista do que me chamou mais a atençao ou despertaram curiosidade:

Numa onda mais electrónica: [1]
- Electric Gypsy Bands
- Sainkho

As minhas atenções actuais viradas a leste:
- Boban Markovic Orchestra
- Earth-Wheel-Sky Band

E outros:
- Bob Brozman + qqcoisaqnescrevipqeramtlongo
- Bau


e aquelas gajas inglesas :), as Poozies. C poucas excepçoes, n ando c
grande paciencia p as coisas das ilhas britanicas, mas isto até pareceu
relativamente interessante.

João Martins a.k.a J

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pela minha parte, que posso dizer? gostei muito,
acho que se cumpriu perfeitamente a ideia dos encontros, que era a de
partilhar e descobrir música nova; o ambiente foi óptimo, o sítio é
fixolas, e vai-se bebendo umas cervejinhas, factor muito importante :)

Cheguei um bocado atrasado pois estava fora de Lisboa, já não ouvi
algumas coisas, nomeadaemtne as Poozies, mas pela opinião geral já vi
que deve valer a pena. QUanto ao resto, do que tinha mais
curiosidade: COrdel do FOgo Encantado impressonou-me muito; o
Caldeira Cabral era um disco que já tinha intenção de comprar ( só
não o tinha feito por falta de $tempo$) pois apesar de não ter ainda
ouvido gosto muito do senhor e tendo já visto o alinhamento do CD,
estava mais do que convencido. COnheço alguma da música antiga que
ele toca e estava muito curioso por ouvir aquilo na guitarra
portuguesa. E do que ouvi Sábado (e do que VI também, pois trata-se
de uma edição lindíssima) só confirmou a ideia que já tinha. E se é
possível arranjá-lo a preço de amigo, Luis, por favor conta comigo,
quero um!

Do que não conhecia de todo, EARTH-WHEEL-SKY BAND e o silêncio do BAU
foi do que mais gostei; a voz da PARISSA tb me impressionou. Achei
piada aos Ipanemas. Não fui muito à bola com as remisturas dos taraf
e a Joyce. O resto não me deixou uma impressão muito definida,
tirando o Markovic e os Klezmatics, mas destes já conhecia o som.

Em suma, gostei muito, e estou lá no próximo. Achei o formato
interactivo muito adequado ;) talvez com mais pessoas seja dificil
mantê-lo, mas para já perece-me a melhor opção. para o DJ é que deve
ser uma trabalheira, eheh... mas o Luis esteve em grande.

E pronto, até ao próximo. Prazer em conhecer o pessoal que não
conhecia!

António Rebelo

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Então um relatório, Luís, aqui vai. Quanto ao sítio acho que dificilmente
poderia ser melhor, aquele cantinho do Agito é muito porreiro, além de nos
deixar depois a deambular pelas redondezas. Ainda fui jantar e depois tomar
café ao Eterno Retorno e inaugurar a época outonal-invernosa com uma descida ao Hot Clube onde estava a actuar o Pedro Madaleno.
Quanto ao que ouvimos, senti intensa empatia por The Poozies, Debabish
Bhattacharya & Bob Brozman e Parissa & Ensemble Dastan. O cd de Pedro
Caldeira Cabral é uma obra de arte total. Fiquei ainda com mais pena de ter
perdido os lançamentos de Bau na semana passada depois de ouvir o cd. Gostei muito das Vozes. Cordel do Fogo Encantado começou por não me seduzir mas no fim estava rendida. Gostei de Joyce e de Electric Gypsyland.
Não sei se dia 1 de Novembro estarei em Lisboa. Preferia não estar pois o
plano é ir ao Prado devorar trípticos do Bosch, mas se isso der para o torto
ir ao Agito não é plano que fique nada atrás. Olha, Luís, muitos parabéns e
muito obrigada por esta iniciativa, já se sabia que seria fenomenal mas
constatá-lo é excelente!
Então (talvez) até dia 1 :)

Ana Alves

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Eu tb gostei bastante da Parissa, mas claramente o Agito não era sítio para ouvir aquele disco como deve ser. O mesmo para o duplo do Pedro Caldeira Cabral, que merece que estejamos umas horas em casa quietinhos a ouvi-lo.

Dos outros, gostei mesmo muito dos Poozies, do Bob Brozman (com os Bhattacharya, o album chamava-se Mahima) e do disco de remisturas dos balcãs, o Electric Gypsyland.

A Joyce, o Bau e os Faltriqueira também foram bem simpáticos e fiquei com vontade de os ouvir melhor.

Os da Sainkho e dos Klezmatics só aumentaram o fosso que já se andava a criar. Cada vez lhes acho menos graça, embora continue a vibrar com os albums antigos (o out of tuva e o jews with horns continuam a ser dois dos meus discos preferidos).

Enfim, fico à espera da próxima sessão. Sem querer competir com o Luis, o que é impossível, da próxima levo também alguns discos, uns pela qualidade, outros pela piada.

Il Canto di Malavita - La musica della Mafia, para mostrar que nem todas as recolhas são de qualidade e também há um circuito comercial dentro da world music. um tipo que recolheu a tradição oral da mafia calabresa, a N'drangheta, e depois a promoveu desalmadamente pelo mundo fora. Os discos (já são dois) estão banidos em Itália (onde ainda existe censura) e auto-censurados nos EUA por promoverem os valores mafiosos, o que é bastante verdade.

Circolo Gianni Bosio - Vent'anni e piu', o Circolo Gianni Bosio é um centro social em Roma que se dedica a organizar actividades culturais há uns 30 anos e que era um dos pontos de reunião dos intelectuais de esquerda romana especialmente durante o longo reinado da democracia cristã em itália. Promoviam, e continuam a promover, concertos de cantores de intervenção, musica tradicional, musica africana e tudo o que saia de alguma forma da cultura dominante. Em 2002 editaram finalmente um disco duplo com alguns dos artistas que passaram por lá. Tudo muito a puxar à esquerda mas com muita qualidade. Há uma versão da Internacional cantada por Ivan della Mea que é um mimo, se não fosse em italiano ia jurar que era o tom waits que ali estava! O disco inclui também o Canzionere del Lazio, Daniele Sepe, Pete Seeger e muitos outros.

Mukta - Indian sitar & world jazz, este já é velhinho mas como nunca conheci mais ninguém que tenha ouvido falar neles acho que vai ser uma boa descoberta. Uma das melhores fusões que já ouvi. O album é duplo em que um deles é totalmente acústico e o outro são remisturas do primeiro.

e pronto. mal posso esperar pela próxima sessão. primeiro sábado do mês, é? então o dia 1 está aí mesmo à porta!! até lá,

Pedro Matos

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Eu perdi-me um bocado no meio da conversa e deixei passar metade dos nomes
das coisas que ouvimos. Mas foi muito engraçado sim.

Pedro Sousa

Publicado por Luís Rei às outubro 10, 2003 04:47 AM

Comentários

impressões breves... por entre conversas com os que foram surgindo.

L'HAM DE FOC
THE POOZIES
Earth Wheel Sky Band
Debabish Bhattacharya & Bob Brozman

gostei de muitos mais que na conversa se diluiram como som de conforto e agrado a boas conversas :)

Publicado por: jm às outubro 11, 2003 02:11 AM

Vou ver se tenho tempo para fazer uma compilação com um ou dois temas para entregar à malta num esquema de ramos e árvores, ok?

Publicado por: Yggdrasil às outubro 14, 2003 03:14 PM